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Isso me lembra uma frase que eu vi tatuada no braço de uma colega de trabalho, e que tem muito a ver com isso: “O que você viveu ninguém rouba,” do Gabriel García Márquez. A gente pode perder muitas coisas, mas ninguém tira as experiências que eles nos trouxeram. Há algo das nossas relações com as coisas que é nossa. E que, mesmo que alguém use, replique, reproduza, não vai se repetir, porque o elemento ‘eu’ não se repete também.
É por aí que vai a nossa mesa de bar, cê vem?
edição: @valdersouza1 identidade visual: @amandafogaca
texto: @natyops
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O filme citado chama Divã com a Lilia Cabral
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